"Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo o dia." José Saramago

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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Cão amigo procura dono!



Ajudem-me a arranjar um bom dono para este cão.

Está abandonado no Caniço e eu e a Lucília Ferreira estamos a tentar arranjar um bom lar para ele.
É muito querido! Não consegui tirar melhores fotos porque ele não está quieto, está sempre a brincar connosco.
Quem o quer adoptar?
Contacto o meu número 918275288 ou o da Lucília 966548467
Obrigada.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Extinção ameaça 25% dos mamíferos


foto AFP PHOTO/ IUCN - ANTONIO RIVAS

Cerca de um quarto dos mamíferos do Mundo corre o risco de extinção. A revelação faz parte de um estudo internacional apresentado esta segunda-feira, em Barcelona, no congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza.
A destruição dos habitats naturais e a caça são as principais ameaças para cerca de 1139 das 4651 espécies de mamíferos estudadas pelas cientistas. O estudo mais compreensivo até hoje realizado, que envolveu 1700 investigadores, mostra que quase metade das 5847 espécies conhecidas de mamíferos está quebra.
“Os mamíferos estão num declínio mais rápido do que aquilo que pensávamos – uma em cada quatro espécies está em risco de extinção”. A observação, colhida pela Agência Reuters, foi feita por Jan Schipper, líder da equipa que fez a “Lista Vermelha” das espécies ameaçadas.
Da baleia azul ao morceço-abelha
Os mamíferos variam entre as várias toneladas da baleia azul e minúsculo morcego-abelha da Tailândia, do tamanho do insecto onde colheu o apelido. Segundo Jan Schipper a ameaça é mais premente para os mamíferos terrestres na Ásia, onde criaturas como o orangotango sofrem com a desflorestação. Cerca de 80% dos primatas na região estão ameaçados.
“Durante a nossa vida, centenas de espécies podem perder-se em consequência das nossas acções”, observou Júlia Marton-Lefreve, directora-geral da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), que compilou a “Lista Vermelha” apresentada em Barcelona. Segundo Jan Schipper, os dados recolhidos, que abrangem 4651 espécies, são muito mais amplos que o anterior estudo, de 1996.
A ameaça de extinção aumentou substancialmente para espécies como o Diabo da Tasmânia, um marsupial da Austrália, e a foca do mar Cáspio. Pelo menos 76 mamíferos desapareceram da face da terra desde 1500.
O lince ibérico à beira do fim
Do total de 1139 espécies consideradas em risco, 188 estão “em estado crítico”, a categoria mais elevada de extinção. Entre estes, inclui-se o lince ibérico, calculando-se que existam apenas entre 84 e 143 espécimes adultos. A caça, com repercussões na diminuição do número de coelhos, alimento favorito do grande gato da Ibéria, está entre os motivos que perigam a vida deste felino.
A perda do habitat e a caça, para tudo desde alimentação a produtos medicinais, “são, de longe, as maiores ameaças aos mamíferos”, escreveu a equipa liderada por Jan Schipper na revista norte-america Science. "Na realidade, o número de mamíferos ameaçados de extinção pode chegar aos 36%", acrescentou.
Entre outras ameaças, o aquecimento global, que o Painel do Clima das Nações Unidas considera responsabilidade humana devido ao uso excessivo de combustíveis fósseis está a atingir espécies que dependem do gelo do Ártico , como o urso polar.
5% das espécies recuperam
O relatório, que praticamente abriu o congresso da IUCN, que decorre até 14 de Outubro, não é todo sombra. Há também luz: 5% das espécies estão em recuperação, graças aos esforços humanos de conservação. Casos do bisonte europeu e o furão de pé-preto, encontrado na América do Norte. O elefante africana também desceu na lista de preocupações, passando de “risco ligeiro” para “vulnerável”, devido ao aumento de populações elefantinas no sudeste e este de África.
Segundo Schipper, desde 1992 foram referenciadas mais 349 espécies de mamíferos. Entre estas o elefante musaranho, um mamífero insectívoro da Tailândia. De acordo com os investigadores, há espécies que desaparecem antes mesmo de serem identificadas e catalogadas.

domingo, 5 de outubro de 2008

sábado, 4 de outubro de 2008

DIA MUNDIAL DO ANIMAL!



Comemoração - DIA MUNDIAL DO ANIMAL - 4 DE OUTUBRO

Hoje, dia 4 de Outubro, comemora-se mais um Dia Mundial do Animal. Este dia foi escolhido por coincidir com a data em que se assinala a morte (em 1226) de São Francisco de Assis, padroeiro dos animais.
Segundo os escritos da altura, este homem que mais tarde veio a ser santificado pela igreja católica, adorava animais, chegando mesmo a adquirir alguns para mais tarde os libertar.
Quando, há pouco mais de setenta anos, se criou este dia, poucos podiam prever que num futuro não muito longínquo esta data iria ser tão importante para a consciencialização das populações.
Há que mudar as mentalidades, e acreditar que ainda é possível travar o desaparecimento de muitas espécies que estão verdadeiramente ameaçadas.
Já antes, em 1908, se tinha comemorado um dia do animal, o que veio a acontecer nos anos posteriores, só que até aos anos 30 do século XX este dia variava no calendário, sendo adaptado às circunstâncias da época.
No principio da década de trinta, quando se fixou a comemoração nesta data, as preocupações eram ainda muito insípidas quanto às verdadeiras necessidades dos animais, quer dos domésticos, quer dos animais para abate, quer ainda dos animais silvestres e selvagens.
Nesta época, as mesmas pessoas que supostamente defendiam os direitos dos animais, podiam ser as mesmas que se deslocavam a África para caçar um rinoceronte, ou que tinham já participado numa sangrenta caça ao tigre da Tasmânia, que em 1936 se veio a extinguir, ou introduzindo espécies não autóctones noutros continentes ou locais, com as consequências que hoje todos conhecemos.
Neste inicio de século as preocupações são outras: proteger as espécies mais vulneráveis, educar as crianças para os direitos dos animais e promover as alterações necessárias para que todos os animais possam usufruir dos direitos que a todos assistem.
Talvez daqui a alguns anos seja mesmo possível olhar para trás e comemorar a data por se terem conseguido atingir os objectivos a que hoje nos propomos.
Hoje, dia do animal, ficámos a saber que 80% dos peixes da zona de pesca europeia desapareceram e que nada foi feito para inverter esta tendência, que os ursos polares correm o risco de desaparecer a curto prazo por causa das alterações climatéricas, que o lince ibérico corre ainda o risco de se extinguir, muito por causa da doença hemorrágica dos coelhos, que os orangotangos de Sumatra podem não sobreviver mais de dez anos se continuar o desmatamento a que esta zona está a ser sujeita, que grande parte dos répteis australianos está a desaparecer por causa da introdução do sapo-cururu no território há cerca de 70 anos, que as cabras introduzidas nas ilhas Galápagos destruíram muita da flora e provocaram o consequente desaparecimento de parte significativa da fauna nestas ilhas, ou que os golfinhos baiji podem já não existir devido à necessidade de construir grandes barragens no rio Yang Tsé.
Também em África as preocupações são muitas, quer com as populações, quer com os animais. É difícil explicar a um caçador furtivo que tem filhos para alimentar que não deve caçar um gorila e que a curto prazo esta espécie não existirá, por esta causa, ou devido à epidemia de Ébola que grassa entre estes animais.
Para este caçador, o alimento que trará para os filhos e o dinheiro que receberá de algum suposto feiticeiro tribal por algumas partes do corpo do animal podem fazer a diferença entre morrer ou viver.
Em países dilacerados por guerras que as suas população não querem, mas onde outros interesses se sobrepõem, é preciso fazer algo para inverter estas situações.
Mas as palavras não chegam palavras, é necessário passar aos actos e deixar que o Dia Mundial do Animal também chega a todo este magnífico continente.
Nos mares, a situação não é melhor que em terra. Na Ásia, todos os anos milhões de tubarões são apanhados para lhes serem retiradas as barbatanas e devolvidos ao mar ainda vivos, mas sem formas de locomoção, num sofrimento que só o Homem sabe infligir.
Por todo o mundo dito civilizado são milhões os animais que são abandonados nas ruas, por um dos mil motivos ou desculpas que todos conhecemos.
Por todos estes motivos e muitos outros, é necessário educar para o respeito pela biodiversidade para que, daqui a alguns anos, o que hoje é ensinado dê frutos e para que as questões ambientais estejam sempre na ordem do dia, garantindo assim o bem estar das populações, já que só o equilíbrio entre fauna, flora e ambiente em geral pode proporcionar a todos, e particularmente a nós humanos, um futuro risonho.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Dia do Animal

Dia do Animal
Cães e gatos, esses grandes terapeutas

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=111590
«Sinto-me melhor de saúde desde que me dedico aos animais. Nos primeiros dez anos que fiquei viúva estive muito mal», lembra nos seus 69 anos, enumerando as tromboses, dores musculares e depressões que a solidão lhe causou.Fernanda diz que acorda todos os dias motivada pela sua «missão» para com os animais. Cuida dos seus, dos de amigos que trabalham todo o dia, dos abandonados nas ruas e ainda de um que o dono foi forçado a deixar em casa quando teve de ir para um lar de idosos.«Quase não páro em casa. A minha vida é um corrupio. Acordo às sete, caminho várias horas por dia para passear os bichos, volto a sair depois do almoço e só volto a casa lá para as oito da noite», conta.A estimulação sensorial e motora que os animais proporcionam aos seniores é um dos benefícios salientados pelos médicos especialistas em terceira idade.«Os animais representam uma fonte inesgotável de afecto, mobilidade e saúde. Movimentam-se mas não falam, logo obrigam-nos a entendê-los, estimulando a nossa audição ou o tacto e também a memória dos sentidos», afirma a geriontologista Maria João Quintela.Procurar o gato que está atrás do sofá, baixar-se para dar o alimento, passear o cão na rua ou levá-lo ao veterinário são pequenos gestos que podem ser estimulantes para quem sente o corpo cansado e pouca motivação para a vida.Maria João Quintela explica que a memória, que se vai perdendo com o passar dos anos, pode ser reavivada pela simples obrigação da lembrança das horas de dar comida ao cão, do recordar com um amigo das façanhas do gato.«Os animais são um agente estimulante da atenção», defende a médica, criticando o facto de a maioria dos lares de idosos portugueses não estar preparados para receber os animais de estimação ou permitir a sua visita esporádica aos donos.«Ir para uma instituição implica separar-se de tudo: dos vizinhos e tarecos até à roupa, e ainda em alguns casos dos animais de estimação. A entrada num lar é como um deserto que os idosos atravessam, numa altura em que estão frágeis», conta a geriontologista. Depois da mudança que os animais trouxeram à sua vida, Fernanda Dias não hesita em dizer que todos os lares deviam ter um animal para ajudar os idosos a viver e lembra a dor de um amigo que deixou ao seu cuidado o animal de estimação que teve de abandonar quando foi para o lar.«Vou lá todos os dias a casa e dou-lhe de comer. O cão ficou lá sozinho. É certo que tem um quintal onde está todo o dia, mas precisa de passear e de alguma companhia», conta.O lar da Quinta da Paiva, em Miranda do Corvo, é um dos que promove o contacto dos idosos com animais: cavalos,pássaros e cabras são visitados diariamente pelos idosos que ali vivem e pelos de outras instituições das povoações mais próximas.«Os benefícios são imensos. Não vemos aquele olhar, típico dos lares, de quem espera pela morte. Há uma interacção das pessoas com os animais, comentam o que observam, dão palha aos burros e procuram animais que viram no dia anterior e acharam graça», conta um dos responsáveis pela quinta, Pedro Faria.Além de fomentar a parte motora, este responsável considera que o contacto com os animais é como regressar às origens: «Mitos dos utentes viveram toda a vida no campo e agora podem estar outra vez em contacto com a natureza, com as galinhas, os cavalos ou as cabras».Os animais podem ainda ser uma arma contra o isolamento social. As clínicas veterinárias são muitas vezes um local de encontro e de partilha de experiências, especialmente para os que têm mais tempo disponível.«Aqui à clínica vêm dezenas de idosos, especialmente mulheres. Muitos desabafam e procuram também alguma atenção. Para a maioria dos donos que vivem sozinhos, os animais são como se fosse um filho», afirma a veterinária Ana Marques.Tal como as crianças, os animais são também um pretexto para meter conversa: «Tenho conhecido muita gente por causa dos meus cães. Cruzamo-nos diariamente com outros donos e os seus animais, e gosto daquele bocadinho de conversa», confessa Fernanda Dias.
Lusa / SOL

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

LINDO! LINDO! LINDO!









"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante." (Albert Schwweitzer)'

"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter e pode ser seguramente afirmado, que quem é cruel com os animais, não pode ser um bom homem." (Arthur Schopenhauer)

Não compre roupas nem acessórios de pele ou couro!

http://www.youtube.com/watch?v=OoJxk2mj81Q


Não compre roupas nem acessórios de pele ou couro!

A História do SIMBA, o gato paraplégico

Mensagem do SIMBA:
"Olá …… eu sou o Simba, um gatinho que nasceu paraplégico, fui abandonado pela mãe gata e pela dona dela. Graças a Deus, meus miares agudos fizeram-se ouvir por uma vizinha, que se encontrava muito frágil, após ter sofrido uma Trombose Venosa. Rita e família deram-me uma esperança/oportunidade de vida, eu trouxe-lhes a alegria de viver, bem como uma vontade de lutar contra preconceitos, enfrentando tudo e todos, desafiando até a veterinária que logo que me viu pela 1ª vez, queria eutanasiar-me. Mas minha extremosa dona, não aceitou essa sentença, resolveu cuidar de mim sozinha, pedindo a Deus que me protegesse e lhe desse forças e saúde para seguir em frente com sua decisão. Baptizaram-me logo a seguir da ida ao médico, e tive como madrinha a Rubina José. Após 1 ano de muita luta, minha dona pesquisou na Net, uma Esperança, para aliviar minha tristeza, porque eu estava desistindo de viver, por causa de tantas infecções e feridas nas pernitas traseiras, e eis que descobriu um site http://www.vetcar.com.br/, que desencadeou para mim quase que um milagre. Após alguns contratempos e burocracias, tive o meu Vetcar, fiz uma boa adaptação e minhas feridas começaram a sarar. Voltei a nascer de novo …. Simba no seu carro … sorrisos no rosto da minha família de acolhimento. As preces da minha dona foram ouvidas, e eu Simba José, sou o Gatinho mais sortudo do Mundo. Hoje sou muito feliz no meu Vetcar. Rita e família estão muito gratos por terem-me encontrado naquele dia 07-05-06, e de terem tomada aquela decisão".


O Simba é o gato da Rita Gouveia.
Ela pediu-me ajuda, para tentar obter dinheiro para esterelizar 4 gatinhas que ela adoptou da rua, pois ela já tem muitos gatos, incluindo o Simba e não pode dispensar mais dinheiro para a esterelizaçao das gatinhas.
Se alguém quiser ajudar a Rita e a família, por favor deixem aqui alguma mensagem ou entrem em contacto com ela através no e-mail: ritaferreira300@gmail.com ou pelo telefone nº 96 6196754.
Obrigada

domingo, 28 de setembro de 2008

Dinamarca! Um País da CEE!!







DINAMARCA - ISTO É UMA VERGONHA PARA O MUNDO! Um país da União Europeia!!!!
Pode-se observar anualmente este dantesco espectáculo nas ilhas Feroe, Região Autónoma da Dinamarca. É incrível que ninguém diga nada sobre um atentado ecológico monumental como este.
Trata-se de uma festa anual, onde os rapazes participam activamente para manifestar a sua passagem à idade adulta. E estão na União Europeia!...
Uma das nações ditas como mais avançadas do mundo…